Sesi capacita professores da Escola de Dourados

É muito satisfatório observar que instituições de referência como o Sesi contempla e atua nesse sentido”, afirmou.

| FIEMS


Sesi capacita professores da Escola de Dourados no uso de projetores interativos

A equipe técnica do Departamento Regional da Rede Sesi de Educação capacitou, neste fim de semana, a direção, a coordenação pedagógica e os professores da Escola de Dourados no uso dos projetores interativos que estão instalados nas salas temáticas inauguradas no dia 9 de janeiro pelo presidente da Fiems, Sérgio Longen. Com a proposta de integrar os alunos às novas tecnologias durante as aulas, incentivando a produção e criação em ambientes que inspiram o desejo pelo aprendizado e preparando os jovens para a Indústria 4.0, também foram entregues no estabelecimento de ensino uma praça cultural, uma sala inspiração e dois espaços sensoriais.

 Segundo a gerente de educação do Sesi, Simone Cruz, o objetivo do treinamento foi preparar os professores para utilização dos projetores interativos de modo que esses instrumentos passem a fazer parte do cotidiano de alunos, promovendo uma formação diferenciada, interativa e lúdica com os alunos. “O treinamento contou com a presença de um profissional capacitado, sendo que na sala preparada para a utilização dos projetores interativos os professores, coordenadores e direção puderam interagir, manusear e experimentar o uso dos equipamentos”, pontuou.

 O treinamento contou com uma parte teórica em que o responsável pela capacitação demonstrou e explicou a importância dos cuidados devidos com os equipamentos e os modos de uso. Posteriormente, os professores puderam compreender na prática o funcionamento dos aparelhos com o auxílio do responsável pela capacitação, o professor Lucas Garcia da Silva. “Contextualizar o ensino e a aprendizagem com as dinâmicas e evoluções tecnológicos é um desafio significativo. É muito satisfatório observar que instituições de referência como o Sesi contempla e atua nesse sentido”, afirmou.

 Para a coordenadora pedagógica do Ensino Médio da Escola do Sesi de Dourados, Sueli Matos, que passou pela capacitação, a utilização dos projetores interativos é mais um recurso para que os professores possam realizar aulas mais diferenciadas. “São momentos de aprendizagem significativos para os nossos alunos. As aulas ficam mais interessantes com o uso da tecnologia como aliada na formação do conhecimento”, analisou.

 Novos espaços

 As salas interativas temáticas terra e água buscam aproximar os alunos da natureza. No mesmo modelo, as duas têm carteiras desenhadas com o objetivo de integrar os alunos à toda a tecnologia disponível. Os novos espaços contam com mobiliário diferenciado, painel de LED interativo, que oferece imagens de elevada luminosidade e interatividade mediante controle tátil.

 Conforme a designer Linda Benitez, a ideia é romper com as fronteiras de quatro paredes das salas de aulas, com carteiras alinhadas e, por isso, as salas temáticas trazem elementos da natureza. “Os jovens estão cada vez mais fechados nas janelas dos computadores, cada vez mais ligados nas telas de múltiplos tamanhos e a ideia como designer foi trazer o que a tecnologia afasta para perto. A tecnologia afastou os jovens da natureza, então por meio de recursos do LED, da limpeza visual, aproximamos os alunos dessa natureza. Já que os alunos não vão à beira de um rio, eles vão estudar sobre as águas por meio da tecnologia”, explicou.

 A Sala Inspiração propõe um espaço para discussões e descobertas. O ambiente é acolhedor e aconchegante, com pufes coloridos, dispostos de forma irregular sobre um tapete de grama sintética, a ideia é que os alunos se sintam à vontade para criar, das opiniões e inovar. Já a Praça cultural conta com bancos ao redor de um grande mapa colado no chão, onde os alunos podem ter aulas de História e Geografia fora da sala de aula, despertando a curiosidade e o interesse pelo aprendizado. O mesmo é proposto pelos espaços sensoriais, com televisões de LED e tecnologia 3D, aguçando os olhos, os ouvidos e o tato.

 De acordo com a gerente de educação do Sesi, Simone Cruz, as novas salas integram um projeto que vem sendo desenvolvido há dois anos. “Uma das ações é essa ambientação, porque precisamos romper com esse modelo tradicional da sala de aula quadrada, com um aluno atrás do outro porque esta geração que está aí mais do que nunca necessita de ambientes que possam favorecer mais criatividade, mais inspiração e até mesmo inovação no fazer pedagógico. Países que apresentam bons índices na educação são países que têm mostrado ambientes diferenciados. Aí surgiu a ideia de novas salas”, argumentou.

 

Daniel Pedra/Fiems



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