Hospital do Câncer recebe acelerador nuclear para tratamento de radioterapia

Dois equipamentos serão disponibilizados no Hospital

| CORREIO DO ESTADO


Hospital do Câncer recebe acelerador nuclear para tratamento de radioterapia

O hospital de Câncer Alfredo Abrão (HCAA) inaugura nesta quarta-feira (4), em Campo Grande, o acelerador linear para radioterapia para o tratamento de câncer. A inauguração da sala onde o equipamento foi instalado, no HCAA, deveria ocorrer em setembro do ano passado, mas está marcada somente para hoje com dez meses de atraso, com horário previsto para às 17h30

Para o governador é mais avanço na saúde pública poder entregar um equipamento moderno para a realização de radioterapia, e a autorização da construção de um Bunker, local de instalação do acelerador que deve ser protegido devido a radiação, no Hospital Regional e no Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian. 

Serão dois aceleradores modernos que darão uma dinâmica melhor a radioterapia para atender a capital e todo o estado de Mato Grosso do Sul.

O único aparelho de radioterapia exclusivo para atendimento de pacientes com câncer que fazem tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso do Sul será inaugurado hoje pelo Governo do Estado. Mas os pacientes que aguardam o início do funcionamento ainda devem esperar mais alguns dias para serem atendidos no HCAA , onde foi instalado.

Isso porque, de acordo com o secretário de Estado de Saúde, Carlos Coimbra, ainda falta aval da Conselho Nacional de Energia Nuclear (CNEN) para que o aparelho comece a funcionar. “A gente está em contato e fizemos o pedido formal, agora estamos aguardando a vistoria final ainda na primeira quinzena de julho”, explicou.

A estimativa é de que as obras durem um ano e meio, com um custo total de R$ 10,5 milhões - R$ 6,5 mi somente com a estruturação. Já o aparelho foi enviado pelo Ministério da Saúde.

ACOMPANHAMENTO

Reportagem do Correio do Estado publicada na edição de hoje mostrou que o Estado mantém apenas três equipamentos de radioterapia em funcionamento – dois em Campo Grande e um em Dourados – para atender a população que depende do SUS e todos estão instalados em clínicas particulares - porém com convênios junto a rede pública.

 



PUBLICIDADE
PUBLICIDADE