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Funcionário usou conta da mulher e da irmã para desviar recursos da APAE
Glauciomar trabalhava na instituição há 16 anos e ganhava R$ 6 mil
Aparecido Francisco Mato Grosso do Sul - MS
Postada em 09/01/2018 ás 10h26 - atualizada em 09/01/2018 ás 14h08
Funcionário usou conta da mulher e da irmã para desviar recursos da APAE

Ex-funcionário da APAE de Sidrolândia, Glauciomar de OliveiraFoto: Reprodução/Facebook

O ex-funcionário da APAE de Sidrolândia, Glauciomar de Oliveira, demitido pela diretoria após auditoria ter constatado seu envolvimento em desvio de recursos da instituição, usou as contas bancárias da irmã, Graziela funcionária comissionaria da Prefeitura, e da própria esposa, Jaqueline Nogueira, que é professora contratada na instituição, para se apropriar de R$ 19.550,00 doados à instituição por produtores que arremataram lotes de grãos e cabeças de gado no leilão filantrópico realizado em setembro durante a exposição agropecuária.


Por enquanto segundo o presidente da instituição, Gláucio Eidi Hisatsugu, já houve rastreamento de três cheques de doações para a APAE que Glauciomar se apropriou direcionando para contas de parentes. Os dois primeiros cheques, cada um no valor de R$ 1.800,00, totalizando R$ 3.600,00, foram emitidos pelo produtor rural Daniel Silvério. O terceiro, este do ex-prefeito Ari Basso, foi no valor de R$ 15.950,00.


Glauciomar trabalhava na instituição há 16 anos e ganhava R$ 6 mil. Desfrutava da confiança dos dirigentes, tentou se redimir deste desvio devolvendo a doação do ex-prefeito. Para isto, vendeu seu carro no valor de R$ 16.190,00 e forneceu para o garagista que o adquiriu (a Dig Automóveis), a conta da APAE.


Na avaliação dos dirigentes da entidade o montante dos desvios deve alcançar cifras milionárias, já que durante todos estes anos em que esteve no setor administrativo, Glauciomar recebia e (supostamente) depositava nas conta bancária da APAE o valor das doações captadas via promoções ou leilões anuais que nos últimos dois anos rendeu mais de R$ 800 mil. Será feito agora uma auditoria detalhada para se levantar quanto de fato foi o rombo coordenado pelo ex-funcionário.











 


Flávio Paes/Região News

FONTE: Região News
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