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Morre bebê que havia sido declarado morto por erro e salvo a caminho de funeral
Já o chefe da pasta da Saúde de Nova Délhi, Satyender Jain, afirmou que a licença do Hospital Max pode ser cancelada caso a unidade seja condenada por negligência
Aparecido Francisco Mato Grosso do Sul - MS
Postada em 07/12/2017 ás 16h58
Morre bebê que havia sido declarado morto por erro e salvo a caminho de funeral

Morre bebê que havia sido declarado morto por erro e salvo a caminho de funeral

O bebê prematuro que havia sido declarado morto por engano e salvo pela família a caminho do funeral, na Índia, não resistiu. Os médicos do hospital da capital Nova Délhi que assumiu o caso após o erro confirmaram a morte do recém-nascido, de acordo com reportagem publicada nesta quinta-feira pela rede britânica "BBC".


O bebê morreu no hospital em que era tratado depois de ser declarado morto por profissionais do Hospital Max - centro médico privado cujos médicos envolvidos no caso acabaram demitidos, no domingo. Eles atestaram a morte do bebê horas depois do parto prematuro, de 22 semanas, no qual seu irmão gêmeo já veio ao mundo sem vida, em 30 de novembro.


A caminho do funeral, os parentes notaram movimentações no saco plástico em que o suposto cadáver estava para ser enterrado. O recém-nascido foi levado às pressas para receber cuidados médicos em um hospital próximo, e a família recebeu a notícia de que ele estava vivo.


Na ocasião, o pai dele destacou à imprensa local que não levaria o corpo do filho para casa até que os dois médicos do Hospital Max fossem detidos.


Segundo a rede "BBC", o incidente despertou ultraje e abriu o debate sobre a qualidade e o alto preço da saúde privada na Índia. Um inquérito instaurado pelo centro médico constatou o erro e resultou na demissão dos profissionais. A polícia de Nova Délhi, que também apura o engano, informou que a unidade criminal assumiu a investigação.


Já o chefe da pasta da Saúde de Nova Délhi, Satyender Jain, afirmou que a licença do Hospital Max pode ser cancelada caso a unidade seja condenada por negligência.

FONTE: Extra/Globo
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