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Política

23/01/2019 ás 07h17

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Aparecido Francisco

Mato Grosso do Sul / MS

Maia terá os 8 votos da bancada de MS para sua reeleição, afirma deputado
Dagoberto Nogueira afirma que a oposição também tem interesse na reeleição do presidente da Câmara, cuja candidatura tem simpatia do presidente Jair Bolsonaro
Maia terá os 8 votos da bancada de MS para sua reeleição, afirma deputado
Maia veio ao Estado discutir agendas políticas com Reinaldo; ele se reuniu com bancada federal de MS. (Foto: Chico Ribeiro/Segov)

Atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) deve deixar Mato Grosso do Sul, senão com a unanimidade, com ampla maioria de votos em apoio à sua reeleição. O deputado federal veio nesta segunda-feira (21) a Campo Grande, onde foi recepcionado pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e se encontrou com representantes da bancada federal que sinalizam lhe conferir apoio para um novo mandato na Mesa Diretora.


Maia chegou ao Aeroporto Internacional de Campo Grande por volta das 17h30, sendo recepcionado por Reinaldo, pelo deputado federal reeleito Dagoberto Nogueira (PDT) e dois dos novos rostos da bancada federal em Brasília: os tucanos Rose Modesto e Beto Pereira.


Ainda no aeroporto, o presidente da Câmara concedeu entrevista coletiva na qual deixou claras prioridades do parlamento –incluindo a votação da reforma da Previdência, de forma a “fazer justiça social” com quem ganha menos, e uma solução para o rombo formado pelos deficit combinados do governo (R$ 130 bilhões) e Previdência (R$ 300 milhões), bem como pela “regra de ouro”, que proíbe o governo federal de se endividar para financiar gastos (e “custa” R$ 200 bilhões por ano)– e admitiu vir ao Estado articular mais votos em torno de sua eleição.


Rodrigo Maia apenas evitou estimar quantos dos oito votos da bancada do Estado na Câmara obteria. Reeleito, Dagoberto Nogueira arriscou um palpite: aposta que ele terá apoio de todos os deputados federais do Estado, tanto da direita, que já manifestou simpatia à sua reeleição –incluindo o PSL do presidente Jair Bolsonaro, que disse não se envolver na disputa– como da esquerda, que vê na eleição uma possibilidade de garantir a independência da Mesa Diretora.

FONTE: Campo Grande News

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