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Economia

05/11/2018 ás 14h18

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Aparecido Francisco

Mato Grosso do Sul / MS

Equipe da Escola do Sesi de Dourados embarca para a Olimpíada Brasileira de Robótica
O time MegaMentes conseguiu a classificação na nacional depois de uma disputa com 300 alunos de escolas públicas e privadas de Mato Grosso do Sul, distribuídos em 71 equipes
Equipe da Escola do Sesi de Dourados embarca para a Olimpíada Brasileira de Robótica
Equipe da Escola do Sesi de Dourados embarca para a Olimpíada Brasileira de Robótica

As horas de treinamento intenso renderam bons frutos e, nesta segunda-feira (05/11), os alunos da Escola do Sesi de Dourados embarcam rumo à etapa nacional da Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), que começa nesta terça-feira (06/11) e prossegue até sexta-feira (09/11), no Centro de Convenções de João Pessoa, na Paraíba. O time MegaMentes conseguiu a classificação na nacional depois de uma disputa com 300 alunos de escolas públicas e privadas de Mato Grosso do Sul, distribuídos em 71 equipes


Agora, os alunos Eduardo Mota Araújo, do 8° ano do Ensino Fundamental, e Lucas Felipe Gomes Ribeiro, do 6º do Ensino Fundamental, seguem acompanhados do técnico Wesley Sarati Coelho, professor da disciplina de Física da Escola do Sesi de Dourados, para disputar uma vaga na etapa internacional com outras 49 escolas de todo o Brasil. A gerente de educação do Sistema Fiems, Simone Cruz, explica que há cerca de 4 anos o Sesi intensificou os investimentos na robótica curricular e a classificação para a etapa nacional da OBR é resultado deste trabalho.


“Esta é a primeira vez que uma escola do Sesi chega tão longe na OBR. Tanto o Lucas quanto o Eduardo estudaram conosco desde pequenos e é uma oportunidade muito grande para eles, enquanto para o Sesi é uma prova de que estamos investindo em uma formação diferenciada, e muito mais do que um torneio ou uma premiação, é um aprendizado que será levado para a vida, e vai influenciar em diversos aspectos da vida deles”, afirmou Simone Cruz.


O professor Wesley Coelho explica que o nível de dificuldade da competição aumenta na etapa nacional, não só por causa da peneira pela qual os times passaram, mas porque a programação e desafios do robô também são maiores. “A preparação dos alunos foi intensa. Treinamos praticamente todos os dias porque, além da configuração da mesa de competições, também tem coisas novas na parte de programação e, em um mês e meio, tivemos que aprender muita coisa”, declarou.


Para os alunos, fica a expectativa de participar de uma grande da OBR e representar bem a escola no torneio. “A sensação de participar é muito boa, ao mesmo tempo em que surgem várias emoções, como a de viajar pela primeira vez sozinho”, pontuou Lucas, que tem 12 anos. Eduardo, que tem 13 anos, afirma que os treinos foram importantes e o objetivo é obter um bom resultado. “A questão da roda e do momento em que o robô tem que fazer um resgate e desviar de uma parede são coisas novas, treinamos bastante e foram muitas descobertas. Esperamos que dê tudo certo”, concluiu.


A etapa nacional da OBR é sempre realizada em conjunto com outros eventos nacionais de robótica, como a Competição Brasileira de Robótica (CBR) e renomados congressos e simpósios nas áreas de Robótica e Inteligência Artificial, promovidos por sociedades científicas que apoiam a competição. A realização dessa final conjunta é, por si só, um estímulo aos jovens finalistas da OBR, que ficarão em contato direto com alguns dos maiores pesquisadores do Brasil nesta área do conhecimento.

FONTE: Fiems/Daniel Pedra

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