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Eleições 2018

08/10/2018 ás 13h36

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Aparecido Francisco

Mato Grosso do Sul / MS

Em rádios, Bolsonaro fala sobre participação nos debates para 2º turno
Uma junta do hospital Albert Einstein deve definir a liberação de Bolsonaro para tais compromissos na quarta (10)
Em rádios, Bolsonaro fala sobre participação nos debates para 2º turno
Em rádios, Bolsonaro fala sobre participação nos debates para 2º turno

Em entrevista às rádios Bandeirantes e Jovem Pan na manhã desta segunda-feira (8), o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) comentou sobre a possibilidade de participar dos debates para o segundo turno.


"Acho que debater com o PT não tem dificuldade", afirmou, após relatar se sentir bem e ter desejo de fazer campanha pelo país. Uma junta do hospital Albert Einstein deve definir a liberação de Bolsonaro para tais compromissos na quarta (10), mas não deve ser autorizado a fazer corpo a corpo.


O candidato do PSL chamou seu adversário, Fernando Haddad (PT), de "pau mandado do PT". "É pior do que a Dilma, que era um poste. Ele é subserviente ao senhor Lula, que está preso em Curitiba."


Bolsonaro também falou sobre a campanha ao governo de São Paulo -ele "liberou" seus correligionários para escolher entre João Doria (PSDB) e Márcio França (PSB), indicando que não vai apoiar um ou outro.


Ao citar os eleitos Major Olímpio e Joice Hasselmann, ambos do PSL e eleitos respectivamente para Senado e Câmara por SP, disse que cada um pode fazer campanha para o seu candidato com liberdade, mas "sem atacar o adversário".


O capitão reformado ressaltou a representatividade conquistada pelo PSL no Congresso. "Para quem falava que eu não teria governabilidade, temos a segunda bancada física na Câmara, além de outros parlamentares que têm compromisso de nos ajudar na governabilidade", disse.


Sobre Magno Malta (PR), um de seus principais apoiadores e que não se reelegeu senador pelo Espírito Santo, Bolsonaro afirmou ter sido "a única derrota de peso". "Ele se sacrificou e muito rodando o Brasil comigo, e deixou um pouquinho de lado o Espírito Santo, achando que estava bem."


A alta proporção de ex-militares eleitos ao Legislativo foi atribuída pelo candidato a uma preocupação da população com a Segurança Pública, e ele aproveitou para reforçar propostas como a redução da maioridade penal.


O presidenciável falou também em compromisso com a democracia, garantir liberdade da mídia, menos impostos, combate à corrupção e Estado mais enxuto -"dois senadores por estado e diminuir 15%, 20% do Parlamento [Câmara]".


Sobre as declarações de seu vice General Mourão e de seu guru econômico Paulo Guedes, afirmou que ter pedido que evitem falar com a imprensa. "Eles não tem tato [para isso], então não falem", disse, comentando a última bronca que deu em Mourão, que disse que o neto é "um cara bonito (...), branqueamento da raça".


Eu podia falar o contrário, a minha está escurecendo. Minha mulher é filha do Paulo Negão. Mas não é o caso tocar nesse assunto. Não soma absolutamente nada e dá munição pro inimigo." Com informações da Folhapress.

FONTE: Noticias ao minuto

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