Terça, 22 de maio de 2018
(67) 98186-1999
Geral

03/03/2018 ás 12h20

65

Aparecido Francisco

Mato Grosso do Sul / MS

Operação padrão da Receita afeta escoamento de grãos
categoria pede que o governo federal regulamente bônus por eficiência
 Operação padrão da Receita  afeta escoamento de grãos
Caminhões estão parados, em fila, aguardando para seguir viagem na fronteira de Ponta Porã

Por conta da Operação Padrão dos auditores da Receira Federal, cerca de 150 caminhões estão parados, em fila, aguardando para seguir viagem na fronteira de Ponta Porã. O destino das cargas é o recém-inaugurado porto de Concepción, que visa transportar pelo Rio Paraguai a soja brasileira do Mato Grosso do Sul.


Para tentar resolver o entrave, uma reunião foi realizada ontem, em Ponta Porã, entre o prefeito do município, Hélio Peluffo, e o vice, Caio Augusto, além representantes do Paraguai, dos auditores fiscais, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, e outras autoridades e empresários.


Segundo Cláudio Cavol, presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas e Logística de Mato Grosso do Sul (Setlog/MS), que também particiopou do encontro, não há previsão de término na greve dos auditores fiscais, iniciada em novembro do ano passado. 


A categoria pede que o governo federal regulamente bônus por eficiência, um acréscimo nos salários quando metas de desempenho são alcançadas. Mesmo sem conseguir um desfecho para o impasse, Cavol diz que a reunião foi produtiva.


“Nós cobramos agilidade sobre a liberação dos caminhões e o ministro Marun vai levar o assunto para Brasília. Mas a grave não é o principal problema, e sim a falta de estrutura da aduana”, afirmou.


“Esse prédio da alfândega de Ponta Porã é muito antigo, construído há mais de 40 anos, e não comporta o número de caminhões que estão passando”.


Tráfego


Em média, segundo o presidente da Setlog/MS, eram 60 a 100 caminhões, diariamente, atravessando a fronteira. Com a inauguração do porto de Concepción, no mês passado, esse número subiu para até 180 caminhões por dia. “A aduana precisa urgentemente sair de dentro da cidade e ir para a periferia, com uma estrutura totalmente integrada com o Paraguai, para que o caminhão não precisa parar duas vezes”, reitera.


O país vizinho estaria disposto a investir no projeto e o objetivo é que a iniciativa privada também participe com investimentos na construção do novo posto fiscal. 

FONTE: Correio do Estado

O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos o direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas. A qualquer tempo, poderemos cancelar o sistema de comentários sem necessidade de nenhum aviso prévio aos usuários e/ou a terceiros.
Comentários

0 comentários

Veja também
Facebook
© Copyright 2018 :: Todos os direitos reservados
Site desenvolvido pela Lenium