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TECNOLOGIA
Triumph aposta no visual tradicional e tecnologia oculta
Atualmente, a marca dispõe de seis modelos diferentes, cada um representando um gênero distinto.
Jornalista Aparecido Francisco Mato Grosso do Sul - MS
Postada em 11/11/2017 ás 11h44
 Triumph aposta no visual tradicional e tecnologia oculta

Bonneville Bobber, da Triumph

A Triumph acredita que a maior parte de seu crescimento no Brasil vai ser obra da linha Bonneville, de motocicletas clássicas. Atualmente, a marca dispõe de seis modelos diferentes, cada um representando um gênero distinto.


Entre essas motos, a recém-lançada Bobber é certamente a que mais chama atenção. Com um visual atraente, muito luxo no acabamento e um enorme detalhamento na composição das peças e dos acessórios, a Bobber acaba também no topo da linha Bonneville, com o preço de R$ 49.990 – só é mais barata que a esportiva Truxton, do estilo Cafe Racer, que é mais equipada e potente.


As bobbers originais nasceram nos Estados Unidos do pós-guerra, no fim dos anos 1940, a partir de motocicletas da Indian e da Harley-Davidson.


A ideia central era retirar tudo que não fosse fundamental na moto para reduzir o peso e melhorar a performance. Por isso mesmo, não havia banco para garupa, os para-lamas eram cortados e os acessórios eram reduzidos ao mínimo.


O exercício de desprendimento, no entanto, não durou muito. Logo os motociclistas passaram a enfeitar os bólidos, com cromados, tintas com flocos de metal e pinturas personalizadas.


A Bobber da Triumph representa bem esta segunda fase. É uma moto com detalhes requintados, como as diversas peças com a identificação da marca; o uso de materiais nobres, como cromados, bronze, metais escovados e alumínio; o banco de assento único com forração em couro pespontado; as rodas raiadas; e o bloco com aletas de dissipação de calor, apesar de o motor ter refrigeração líquida.


Toda a tecnologia da Bobber fica escondida sob uma capa de moto clássica. O corpo do acelerador eletrônico, por exemplo, tem formato de um pequeno carburador.


A roda traseira, apesar do disco de freio, tem um cubo central semelhante a um tambor. O catalisador foi integrado ao desenho do escapamento para ficar imperceptível.

FONTE: Correio do Estado
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