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Esburacada, saída de Cuiabá é a pior em conservação na Capital
Além dos buracos, asfalto cede nas laterais de avenida e está desnivelado devido medidas paliativas
Jornalista Aparecido Francisco Mato Grosso do Sul - MS
Postada em 10/11/2017 ás 13h57
Esburacada, saída de Cuiabá é a pior em conservação na Capital

Avenida Condul Assaf Trad, próximo ao shopping Bosque dos Ipês (Foto: Paulo Francis)

A saída para Cuiabá pela avenida Consul Assal Trad é a pior entre os caminhos para se deixar ou ter acesso a Campo Grande. Buracos que mais parecem crateras e asfalto desnivelado são pesadelos dos motoristas que precisam passar pelo trecho.



No caminho que leva a capital de Mato Grosso, após o shopping Bosque dos Ipês é fácil encontrar inúmeros buracos, que, para alguns motoristas se tornam “avisos” de manobras imprudentes.


O problema é que o asfalto, que em diversos pontos cede nas laterais da avenida, também está desnivelado por medidas paliativas, como obras de tapa buracos o que deixa a saída ainda mais perigosa.



Asfalto desnivelado na avenida que é caminho para saída para Cuiabá (Foto: Paulo Francis)Asfalto desnivelado na avenida que é caminho para saída para Cuiabá (Foto: Paulo Francis)Clique na imagem para ampliar

Buraco com água da chuva na avenida Consul Assaf Trad (Foto: Paulo Francis)Buraco com água da chuva na avenida Consul Assaf Trad (Foto: Paulo Francis)Clique na imagem para ampliar

 

Moto-taxista João Carlos Gonçalves, 52 anos (Foto: Paulo Francis)Moto-taxista João Carlos Gonçalves, 52 anos (Foto: Paulo Francis)Clique na imagem para ampliar


Quem reafirma os problemas é o moto-taxista João Carlos Gonçalves, 52 anos, que trabalha em um ponto próximo ao shopping e circula há 18 anos em duas rodas pela Capital. “Pra lá [rodovia] até que não ta tão ruim não. O pior mesmo é por aqui [próximo ao shopping] e descendo a avenida [sentido centro] que é uma buraqueira sem fim. Já perdi as contas de quantas vezes levei minha moto para arrumar”, relata.


A saída para Aquidauana – a 135 quilômetros da Capital – também figura entre as piores visitadas. No trecho pela avenida Duque de Caxias e Indudrasil não há muitos buracos, no entanto é nítida a ausência de revitalização da via, que também está desnivelada e com asfalta cedendo em alguns pontos.


Lucro – Mas, não são todos que reclamam da situação das ruas e saídas esburacadas de Campo Grande. Há quem lucre com os buracos e situação do asfalto, que é o caso de Sebastião Prado, 72 anos, proprietário de uma borracharia no bairro Coronel Antonino.



Dono de borracharia Sebastião Prado, 72 anos (Foto: Paulo Francis)Dono de borracharia Sebastião Prado, 72 anos (Foto: Paulo Francis)Clique na imagem para ampliar

Consertos para pneus rasgados em buracos tem valor inicial de R$ 60 (Foto: Paulo Francis)Consertos para pneus rasgados em buracos tem valor inicial de R$ 60 (Foto: Paulo Francis)Clique na imagem para ampliar

 


Segundo ele, após o início do período chuvoso, o aumento dos lucros foi de 20%. “A maioria dos atendimentos são de pneus rasgados por buracos e ainda recebemos muitas ligações de pessoas que precisam de socorro nas saídas da cidade, mas não tenho equipe suficiente para prestar esse atendimento”, explica.


E o que justifica o aumento nos lucros é a tabela de preços nos serviços prestados que inicia no mínimo de R$ 60 com rasgos simples e chega a não ter valor pré-estabelecido quando os estragos envolvem danos nas estruturas das rodas.


“Tapete” – Porém, nem todas as saídas da cidade estão ruins. O caminho que leva a Três Lagoas/ São Paulo pela avenida João Arinos e a saída para Sidrolândia pela avenida Gunter Hans estão bem conservados e sem os problemas apontados nos dois outros acessos.



Acesso para Aquidauana pelo Indubrasil (Foto: Paulo Francis)Acesso para Aquidauana pelo Indubrasil (Foto: Paulo Francis)Clique na imagem para ampliar


Prefeitura – Por meio de nota, a Prefeitura de Campo Grande informou que nos primeiros nove meses de 2017, fez mais de 212 mil reparos na malha viária pavimentada de todas as sete regiões urbanas. Entre janeiro e setembro, período em que havia contratos de tapa-buraco em vigor, foram mobilizadas até 30 equipes para trabalhar no serviço, segundo informado.


A partir de outubro, com o encerramento dos contratos, a manutenção vem sendo feita por quatro equipes da própria Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos.


De acordo com a nota prefeitura, a agilidade no serviço de tapa-buraco, agora, depende da contratação de novas empresas, já que o processo de licitatório para habilitação das empresas está em andamento.  A contratação ficou interrompida dois meses por decisão do Tribunal de Contas e foi retomada depois que foram feitas às adequações no edital, segundo a assessoria de imprensa do Município.


FONTE: Campo Grande News
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